terapia com animais

A terapia que usa animais como importantes colaboradores no tratamento médico e psicológico e também em escolas no que diz respeito ao aspecto educacional chama-se zooterapia. Segundo estudiosos do assunto, a comunidade científica começou a estudar essa categoria a partir da década de 60. Em 1972, uma instituição inglesa para doentes mentais já introduzia animais como alternativa de tratamento para seu pacientes. No entanto, no século XIX, na Alemanha, em um centro para epiléticos com mais de 5 mil pacientes, era oferecida uma equitação terapêutica.

Em 1997, o Conselho Federal de Medicina reconheceu a equoterapia (método terapêutico que utiliza cavalos) como método terapêutico e de reabilitação. A terapia com animal é indicada para pessoas que necessitam de estimulo físico, emocional e social: hipertensos, obesos, hiper-ativos "pessoas portadoras de necessidades especiais".O cavalo é utilizado como mediador e facilitador dos estímulos, estabelecendo uma relação harmoniosa entre o praticante e o cavalo.

No caso da cinoterapia (terapia com cães), um cão amável e tranqüilo, ele pode auxiliar no tratamento de crianças com problemas de hiperatividade, por exemplo. Já os cães mais brincalhões e agitados são indicados para crianças ou adolescentes tímidos, com dificuldades de sociabilização. A técnica é indicada ainda para o tratamento de comportamentos indesejados, como medos e fobias, além de traumas, como é o caso vítimas de abuso sexual. Nesse tipo de situação a criança tende a tornar-se retraída e o cão a auxilia a expressar sentimentos e emoções contidas.

A ciência vem comprovando que os bichos colaboram muito no tratamento de doenças, auxiliando na recuperação de pacientes e profissionais como médicos, fisioterapeutas, psicólogos e pedagogos podem incrementar o seu tratamento com a ajuda dos animais, aumentando a auto-estima dos pacientes, acelerando ainda mais a recuperação.

Segundo Dennis Turner, que é um Science Doctor (mais elevada graduação obtida no meio acadêmico) - em Veterinária pela John Hopkins University, nos EUA, autor de diversos livros sobre animais domésticos esclarece que em relação aos grupos de pessoas com necessidades especiais que podem receber terapia assistida por animal ou participar de atividade assistida por animal (AAA), temos estudos que comprovam a utilidade e, na maioria dos casos, o sucesso do animal como co-terapeuta: doentes psíquicos que não se comunicam, crianças hiperativas ou agressivas, portadores da síndrome de Down, pacientes de Alzheimer, pacientes com problemas neurológicos e deficientes físicos.

Segundo este mesmo autor, um estudo publicado pelo British Journal da Royal Society of Medicine indica que, ao adquirir um cão ou gato, o dono reclama com menos freqüência de pequenos problemas de saúde e desfruta de melhor qualidade de vida do que pessoas sem animais de estimação. Este efeito dura, no mínimo, dez meses depois da aquisição - que foi a duração da pesquisa - para os donos de cachorros, além de trazer benefícios tais como redução de uso de medicação e redução do estresse e ansiedade.

Hoje, no Brasil, as universidades têm aberto mais as portas para experiências que queiram comprovar a eficácia da zooterapia. Certamente, esta técnica ainda tem muito o que amadurecer mas, sem dúvida, os animais podem influenciar positivamente nas nossas vidas.

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